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DIVAGAÇÕES SOBRE FUTILIDADES

August 15, 2012

 

A vida é tão curta e perdemos tanto tempo com idiotices...

 

O mundo capitalista em que vivemos se tornou uma armadilha que nos prende pelas entranhas, não há escapatória, uma hora ou outra você vai ser pego. Seja comprando chaveiros na Disneylândia ou algum enfeite inútil de cristal para colocar em cima da sua lareira. Seus filhos vão querer se enturmar com as massas escutando qualquer lixo que a indústria nos enfie goela abaixo. Música ruim. Arte ruim. Costumes ruins. Comida ruim. Empregos ruins. Vidas vazias. Padrão. A sociedade vai ditar regras de como você deve viver e você não pode gritar “NÃO!”, porque senão você vai ser o louco, o excluído, sem chance de trabalho ou sobrevivência. Extirpado como uma doença. O capitalismo é como um monstro telepático controlando nossas mentes, criado em nossas próprias casas por nós mesmos. Ligamos a TV para não pensar, comemos enlatados porque é mais fácil, lemos porcaria para não nos preocuparmos com a realidade que bate lá fora. “Trabalhamos em empregos que odiamos para comprar porcarias de que não precisamos!” já dizia Tyler Durden no clássico Clube da Luta. Quando a sociedade vai acordar? Quando seremos uma legião indo contra o que nos faz infeliz? Porque temos que ser infeliz? Banqueiros ganham fortunas em cima da miséria dos outros, eles precisam de pessoas comendo merda para garantir sua lagosta nas refeições de sábado a noite. Mas quem quer se preocupar com isso? Da trabalho pensar e trabalho é o que menos queremos. Doenças são testadas na áfrica para as empresas farmacêuticas ganharem fortunas com medicamentos já criados antes da própria doença existir. Não moro na África, não é da minha conta. Não é da minha conta. Não é da minha conta. Não é da minha conta. Não é da minha conta. Não é da minha conta. Não é da minha conta. Não é da minha conta. Conta pra pagar do cartão de crédito. Minha conta. Conta da internet, televisão, escova de dente elétrica, creme facial, juventude eterna. Minha conta. Roupa cara: Hollister, Prada, Gucci e sei lá mais que porra existe por aí. Sinto-me sozinho em um mundo que não consegue olhar pra fora, tento conversar e as pessoas me ignoram, elas não querem saber, elas não se preocupam, me olham com horror. “Que pessoa chata é esta que só sabe falar de coisas que não me diz respeito, quero um homem que possa conversar comigo sobre a novela de ontem”. Não assisto TV há mais de 10 anos, não consigo, no máximo compro um filme e coloco pra assistir. Sem propaganda, sem interrupção, sem pessoas querendo que eu vendesse a alma pra comprar merda. Merda eu faço na minha privada, merda eu vejo quando olho pela minha janela em outdoors gigantes, merda é como as pessoas tratam umas as outras. Fomos ensinados assim, adestrados como animais, presos em um cercado minúsculo e vivendo vidas inteiras sem saber como é o mundo lá fora, sem saber como as coisas realmente são ou deveriam ser.

 

As idiotices são tantas e consomem toda a nossa vida, que é tão curta...

 

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