UM EPÍLOGO QUE NÃO É O FIM DA HISTÓRIA



Visitando a Alemanha, Itália e Irlanda: os Zumbis do Deus-Fungo, que tinha outro nome, o mesmo nome que tinha a lanchonete agora. Bram não lembrava mais que se chamava Bram, e Vitor escrevia seu livro: um nome que ele não escolheu, tão pequeno e indefeso quando entrou no Mundo Posterior. Estava de volta, mas estava livre dos Duendes Mecânicos, e o mundo enlouqueceu em uma lanchonete. Mas porque Imala lembrava que um dia se chamou Imala?

Isolado de todos que conhecia, Bram gritou e chorou, pelo Deus que tudo consome quando o maquinista morreu. Ele não entendeu que ela o procurava, e ela soube que era ele aquele cara escrevendo, mas porque a memória do Deus-Fungo era tão clara para ela? Conversaram aos poucos no Mundo Posterior. O papo sobre Duendes Mecânicos e sobre agora ele ter uma mãe. Ele não entendeu, mas ele soube que ela era importante como seu cachorro Sam. Continuou a consumir almas escrevendo, escrevendo e escrevendo sobre um capitão ruivo e outra vida. Por sua vez havia se lembrado de atirar no computador, foi isso que chamou a atenção dela quando Bram já havia saído. Pobre Bram ao seu lado. O maquinista continuaria cantando mesmo depois do Deus-Fungo. O maquinista ajudou-a a escapar e foi assim que ela finalmente o achou.

Vitor havia estado em muitos lugares, não via mais nenhum Duende Mecânico do Edifício, e ele não a reconheceu quando Diana entrou na lanchonete. Ela ficou com medo de não ser reconhecida assim como tinha medo de coisas que ninguém sabia.

Depois de muito tempo assumiu o nome de Capitalismo sobre o Edifício aos mares do norte, assim como todos. Sua pele não era mais negra, mas ela lembrava de tudo. Mas outro haveria de tomar seu lugar com o cachorro ao seu lado, mas via pessoa programadas por eles, dedicou quase uma década a ele, mas isso foi depois.

Posts Em Destaque
Posts Recentes
Arquivo
Procurar por tags
Nenhum tag.
Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square